Intimidade com Deus

"Falava o Senhor a Moisés face a face, como qualquer fala a seu amigo." Êxodo 33.11

Sobre Moisés lemos coisas bem simples, mas muito impressionantes: "E Moisés levou o povo fora do arraial ao encontro de Deus." Em que consistia a autoridade de Moisés? A resposta é muito simples: ele vivia diretamente na presença de Deus! Moisés havia achado graça diante dos olhos de Deus. Quero salientar que você só pode conduzir uma pessoa em direção a Deus até o ponto em que você mesmo vive na presença de Deus. Seus filhos espirituais são aquilo que você é espiritualmente. Hoje o Senhor quer atrair você para o Seu amor. Quando caímos nas profundezas da perdição, Ele desce mais fundo ainda para nos resgatar e levar de volta para perto do coração do Pai. Por isso é de tão grande significado a questão: até que ponto você já foi ao encontro do Senhor interiormente? Se você está longe dEle, então ouça agora o que Ele lhe diz: "Com amor eterno eu te amei, por isso com benignidade te atraí." Esse ato de Deus de atrair as pessoas para junto de si passa pelo Calvário. O supremo amor de Deus, que foi até a cruz, também quer nos atrair à cruz. Lá estaremos o mais próximo possível de Deus, e ocultos em Deus com Cristo, lá nos identificamos com Ele! (Pérolas Diárias - Site Chamada).

Reflexão: Estudar a Bíblia com afinco e orar continuamente, nos proporciona ouvir a voz de Deus e falar com Ele também, a isso nós chamamos intimidade. Não é uma união superficial, mas sim uma união verdadeira. Vindo o fracasso, lá estará o Pai Bondoso estendendo a Sua mão e nos amparando, dando-nos sempre a Sua direção. Ter comunhão com Deus é ter uma amizade profunda, andar com Ele, ter uma comum parceria e, saiba você, foi para isso que Deus nos criou, é isso que Ele mais deseja de nós. Convido você a experimentar!!!






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MINUTO DE SILÊNCIO – COMO NASCEU ESSA TRADIÇÃO?

O minuto de silêncio com o qual  se presta homenagem a um falecido ilustre, ás vítimas de catástrofes naturais ou aos mortos em tragédias humanitárias, nasceu em Portugal. Tudo começou em 1912 com a morte do Barão do Rio Branco, ministro dos Negócios Estrangeiros do Brasil que era muito estimado em Portugal, por ter sido um dos primeiros estadistas a apoiar o reconhecimento da República Portuguesa em 1910. José Maria da Silva Paranhos Júnior nasceu no Rio de Janeiro a 20 de abril de 1845, filho do também diplomata que se tornou famoso sob o título de Visconde do Rio Branco. Político competente, o barão foi ministro dos Negócios Estrangeiros durante os governos presidenciais de 1901 até a data de sua morte em 10 de fevereiro de 1912. Antes da República, Paranhos Júnior servira com igual empenho a causa da monarquia. A sua morte teve tal repercussão no Brasil que o governo fez um decreto adiando o carnaval, para que esse período de festas não coincidisse com o luto nacional. Como ministro dos Negócios Estrangeiros, Rio Branco foi o responsável pela demarcação das fronteiras, trabalho que executou com engenho e arte, aumentando ainda mais o já vasto território brasileiro com a anexação do atual estado do Acre, que pertencia à Bolívia (1904), uma área em litígio com a Guiana Francesa, que abrangia quase todo o atual Estado do Amapá, e resolvendo em favor do Brasil uma disputa fronteiriça com a Argentina, incorporando em definitivo uma área territorial de 30 mil  quilômetros quadrados.

O PRIMEIRO MINUTO DE SILÊNCIO DA HISTÓRIA

A morte do Barão do Rio Branco teve um forte impacto em Portugal. O parlamento português na sua reunião do dia 13 de fevereiro, sob a presidência de Aresta Branco, em homenagem ao morto ilustre, suspendeu a sessão por meia hora – como era tradicional. Já na reunião do Senado no dia seguinte, sob a presidência de Anselmo Braamcamp e secretariada por Bernardino Roque e Paes de Almeida, inovou e revolucionou. “O presidente, aludindo ao falecimento do Sr Barão do Rio Branco, recordou que os altos serviços por aquele estadista prestados ao seu país e a circunstância de ser ele ministro quando o Brasil reconheceu a república portuguesa”, escrevia o Diário de Notícias sobre a sessão.

Continuando com a evocação: “Honrou também o Barão do Rio Branco as tradições lusitanas da origem da sua família e por tudo isso propôs que durante dez minutos, e como homenagem à sua memória, os senhores senadores, se conservassem silenciosos nos seus lugares.  Cumpriu-se, assim, o primeiro momento de silêncio que se tem notícia, uma tradição que se vem prolongando até os nossos dias. (http://kid-bentinho.blogspot.com.br/)






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A Necessidade de Orar Crendo - Menina e seu Ato de Fé!

Certa feita no Interior do agreste fazia muitos dias que não chovia, a seca estava atacando tudo, alimentos, os animais [...] e dentro de uma Igreja, o Pastor disse: “Vamos orar, para que DEUS mande chuva para nossa Terra, para que possamos comer e também viver dos frutos da nossa Terra.” A Igreja orou... Depois que terminaram de fazer aquela oração, todos foram para suas casas. Quando foi no Culto seguinte, todos vieram para a Igreja, só que uma menina estava vindo para Igreja com um guarda-chuva, e todo mundo criticava dizendo: "Essa menina é Louca!, numa Seca dessa, vir a Igreja com um guarda-chuva? a menina Replicou dizendo: "Nós oramos e eu creio que o meu DEUS, vai mandar chuva!.” Em seguida todos entraram na Igreja. Ao termino do Culto, para surpresa de todos, exceto da menina, choveu. Apenas aquela menina, que trouxe aquele guarda-chuva pode retornar à sua casa. Quando começou e chover a menina abriu seu guarda-chuva e foi para casa. As demais pessoas ficaram esperando que a chuva parasse para em seguida ir aos seus lares. (Internet)

Reflexão: Uma menina que teve um ato de fé, um exemplo para aquela Congregação, é isto que muitas vezes acontece: Deus usa quem Ele quer independente da idade, basta ter fé. Em Hebreus 11.1, nós vemos o que é fé: “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem.” Por que se esperam? Porque oramos com fé. Sabemos a grandiosidade do nosso Deus e que para Ele não há impossíveis, então, a necessidade é...







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Eu e minha família:
Meu nome é Neide Constancio, sou pastora, casada com Pr. Ivo Constancio, tenho 2 filhos: Marcos Levi e Renan; 3 netos: Bruno Levi, Carlos Levi e Ana Beatriz; 1 bisneta: Kaila.

Meu aniversário:
11 de junho

Meu Estado:
Moro no Rio de Janeiro

Minha Cidade:
Nilópolis

Versículo Preferido:
"Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida" (Apocalipse 2.10b)

Hino Preferido:
"Tu és Fiel, Senhor"

Eu amo:
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Não gosto:
De tudo que desagrade a Deus.

Gosto de:
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