O CRENTE COMPARADO À PALMEIRA

O crescimento da palmeira evidencia sua vitalidade. Deus ordena e toma providências no sentido de que cada um de Seus filhos cresça continuamente (2 Pe 3.18).

A palmeira espalha suas raízes no solo profundo a fim de que dele extraia a seiva, indispensável para sua vida. De igual maneira, todo crente necessita ter suas raízes estabelecidas em Cristo Jesus (Ef 3.17; Cl 2.7).

O aprofundamento dessas raízes acontece mediante a leitura, a meditação e o estudo das Sagradas Escrituras. Dessa forma ele será bem alimentado e nutrido para crescer forte e sadio na vida espiritual (Js 1.7-9; sl 1.2; 119.97).

Deus promete que os justos florescerão como as palmeiras.

Flores estão entre as coisas mais belas e atraentes da natureza. Seu colorido e seu perfume atraem a atenção dos insetos que, à procura de alimento, acabam por operar o maravilhoso trabalho de polinização, tornando as plantas produtivas. Todo cristão precisa florescer, a fim de refletir o perfume e a beleza de Cristo para o mundo que o rodeia. Cada cristão deve exercer uma atração espiritualmente positiva e produtiva na sociedade em que vive.

A palmeira frutifica com abundância. Dar frutos também é uma destinação do crente.

A ordem divina para frutificação vem desde Adão, porém, no Novo Testamento, ela se torna mais exuberante e indispensável (Gn 1.22; Mt 3.8; 2Co 9.10; Fp 1.11; Tg 3.17) (Escrito por Silberty Eduardo de Faria).

Gostei muito desta analogia do autor e me fez ir mais fundo e pensar se todos, indistintamente, fossem como a palmeira, o nosso mundo seria maravilhoso. E isto é possível se todos nós obedecermos a orden de Jesus em Marcos 16.15: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o Evnagelho a toda criatura.”  Vamos dar as mãos e andarmos juntos tendo uma vida profunda como a palmeira dando frutos para que possamos ter um mundo melhor!!!






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A VIDA E AS ESTAÇÕES

Eu queria que a vida fosse dividida em quatro estágios, mas que não acabasse nunca
A infância é como a primavera. É pura novidade e um calor que não sufoca nem faz pensar bobagens. Tem uma inocência quase cafona, uma singeleza clássica, e traz no íntimo a certeza de que pela frente vem coisa boa. A gente quer que passe logo, mas sabe que nunca mais será tão protegido, a mordomia não será eterna. É quando as coisas acontecem pela primeira vez, é quando num arbusto verde vemos surgir alguns vermelhos, é surpresa, a primeira de uma série.

A adolescência é como o verão. Quente, petulante... Parece que não vai haver tempo para fazer tudo o que se quer e o que se teme. É musical e fotogênica. Dúvidas, dúvidas, dúvidas em frente ao mar. Mergulha-se no profundo e no raso. Pouca roupa, pouca bagagem. Curiosidade. Vontade que dure para sempre, certeza de que passa. Noção do corpo. Festas e religião. Amor e fé.

A maturidade é como o outono. Um longo e instável outono, que alterna dias quentes e frios, que nos emociona e nos gripa. Há mais beleza e o ar é mais seco, porém é quando se colhem os melhores abraços. Ficar sozinho passa a não ser tão aterrorizante. Fugimos para a praia, fugimos para a serra, as idéias aprendem a se movimentar, a fazer a mala rápido, a trocar de rota se o desejo se impuser, e não é preciso consultar o pai e a mãe antes de errar. É o outono que tentamos conservar.

O inverno é como a velhice. Tem sua beleza igualmente, exige lã, bolsa de água quente, termômetro e uma janela bem vedada. O que não queremos que entre?... O inverno é frio como despedida de um grande amor, mas sabemos que tudo voltará a ser ameno. Queremos que passe, temos medo que termine. Ficar sozinho volta a ser aterrorizante. O inverno é branco, é cinza, é prata. É grisalho.E, de repente, também passa.

Eu queria que tudo fosse verdade, que a vida fosse assim dividida em quatro estágios que mais parecem estações do ano, mas que não acabasse, que depois do inverno viesse outra primavera, e outro verão, e outro outono, que nunca são iguais, mas sempre se repetem, sempre voltam, são tão certos quanto o sol e a lua, todo dia, toda noite. Eu queria. (Martha Medeiros).

Parece bom assim de repente, mas, pensando bem, acho que ninguém aguentaria e Deus sabe disso por isso não fez assim, como diz o Salmista: “A duração da nossa vida é de setenta anos; e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, a medida deles é canseira e enfado; pois passa rapidamente, e nós voamos” (Salmo 90.10). A Bíblia fala a verdade, sempre! Bom é sermos otimistas em nosso viver!!!






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Meu nome é Neide Constancio, sou pastora, casada com Pr. Ivo Constancio, tenho 2 filhos: Marcos Levi e Renan; 3 netos: Bruno Levi, Carlos Levi e Ana Beatriz; 1 bisneta: Kaila.

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Meu Estado:
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"Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida" (Apocalipse 2.10b)

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